Barack Obama, de descendência queniana, eleito sob as esperanças de uma renovação política nos Estados Unidos, enfrenta a guerra do establishment encastelado no Congresso e enraizado nos dois partidos, que preferem ver a economia do país ir à míngua e o desemprego bater recordes, do que dar ao presidente a possibilidade de um segundo mandato. Ele deve sentir-se como um peixe fora d’agua, em Washington, embora, enquanto senador, alimentasse a ilusão política de poder unificar as correntes que defendem o status quo a qualquer custo.
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