Gestão de risco como fator de sucesso
 

Gilsinei Hansen

É cada vez mais comum ler nos jornais sobre o risco das construtoras não conseguirem entregar as obras dos dois grandes eventos que se aproximam no País: a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos 2016. O risco é uma variável que deve ser contemplada em qualquer projeto, de qualquer área de trabalho. Foi por isso que o gerenciamento de riscos em projetos se tornou uma disciplina mapeada pelo Project Management Institute (PMI)1.     
De acordo com a quarta edição do Project Management Body of Knowledge (PMBOK)2, “risco é um evento ou uma condição incerta e sempre futura que, se ocorrer, tem um efeito em pelo menos um objetivo do projeto”. Uma ferramenta de gerenciamento de riscos tem justamente o objetivo de diminuir a probabilidade e o impacto de situações adversas e aumentar as positivas. O processo pode ser descrito basicamente por seis etapas:
1) Planejamento do gerenciamento de risco: estabelece como será o planejamento e a execução das suas atividades.
2) Identificação de riscos: determina os riscos que podem afetar o projeto e documenta suas características.
3) Análise qualitativa de riscos: fornece recursos para que seja realizada a priorização dos riscos identificados. 
4) Análise quantitativa de riscos: analisa o efeito desses eventos de risco e os atribui uma classificação numérica.
5) Planejamento de respostas a riscos: são processos de desenvolvimento de opções e ações para aumentar as oportunidades e reduzir as ameaças aos objetivos finais.
6) Monitoramento e controle de riscos: acompanha os riscos identificados, monitora os residuais, identifica novos riscos, executa planos de respostas e avalia sua eficiência durante todo o ciclo de vida do projeto.
A Gestão de Riscos em Projetos tem como objetivo maior garantir que a obra aconteça independente dos riscos que apresente. A partir de uma ferramenta de Gestão de Riscos, baseada em software, pode-se analisar a relevância, impacto e probabilidade dos riscos envolvidos e elaborar estratégias para lidar com as possibilidades negativas e positivas, elencar responsáveis e registrar reuniões.
Pensando em atender à esta necessidade do mercado, a TOTVS incluiu na sua solução de software voltada ao segmento de construção, o aplicativo Gestão de Riscos em Projetos. Assim, para as obras da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos no Brasil, espera-se que esta solução possa auxiliar as construtoras dos diversos segmentos a atingir seus objetivos e preparar o País com a infraestrutura necessária para receber os eventos e seus visitantes.

1PMI (Project Management Institute) é uma organização internacional sem fins lucrativos que associa profissionais de gestão de projetos. Foi fundada em 1969 por cinco voluntários. No início de 2011 foi considerada a maior associação do gênero no mundo, já que integra aproximadamente 260 mil membros em cerca de 170 países.

2PMBOK (Project Management Body of Knowledge) é um guia publicado pelo PMI que reúne o conjunto de práticas em gerência de projetos.
 
Gilsinei Hansen é diretor de Estratégia de
Software e Segmentos da TOTVS. 



sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Fonte: Estadão

Publicidade
  • Rudloff
  • Gerdau
  • Equipo Mining 2012
  • Banner 50 anos
  • Arezza
  • Linha do Tempo
  • Blog do Nildo
  • CH2M Hill
  • Guia Aeroportuaria horizontal
  • Concrete Show
  • Equipo Mining 2012

A Revista

- Perfil

- Publicidade

- Assinaturas

Eventos

Contato

Rua João Gomes Junior, 1085
Cep: 05592-001 - Jd. Bonfliglioli - São Paulo/SP
Fone: (11) 3788-5500

 

500 Grandes

Edições

 
 
A republicação e divulgação de conteúdos públicos são permitidas, desde que citados fonte, título e autor. No caso dos conteúdos restritos, não é permitida a utilização sem autorização do responsável. É totalmente livre a citação da URL do Portal (http//www.revistaoempreiteiro.com.br) em sítios e páginas de terceiros.
© 2012 - O Empreiteiro - Todos os direitos reservados.
L2 Comunicação e Tecnologia